Mostrando postagens com marcador Alimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alimento. Mostrar todas as postagens

BORDEL OFERECE DESCONTO AOS CLIENTES QUE FOREM DE BICICLETA


Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel “Maison D’envie”, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.

Fonte: Assessoria
Read More

Matar a natureza é matar o lucro

As empresas descobrem que a biodiversidade significa dinheiro em caixa e que a saúde do negócio está vinculada à saúde do planeta

Até pouco tempo atrás, as empresas costumavam atrelar seu nome às causas verdes principalmente como estratégia de marketing. À medida que o mundo tomava consciência das questões ambientais, em especial a degradação dos recursos naturais, demonstrar preocupação com o planeta era uma forma de lustrar a imagem da companhia e atrair os consumidores para suas marcas. Essa relação entre o mundo dos negócios e a natureza avançou dramaticamente. Se antes as empresas patrocinavam o reflorestamento de uma área ou reciclavam seu lixo, colocavam a conta na lista de despesas, sem esperar retorno financeiro. Hoje, os custos de ações como essas vão para a lista de investimentos, já que podem significar lucros e crescimento nos negócios. Conglomerados como a General Electric, o Walmart e a IBM mantêm projetos de ecoeficiência e de preservação do ambiente porque os consideram estratégicos para a própria sobrevivência. O que mudou? Para entender o fenômeno, tome-se como exemplo a Coca-Cola, uma das marcas mais valiosas do mundo.

Há dez anos, quando anunciou uma série de investimentos inéditos em projetos ambientais, a Coca-Cola não estava preocupada com o derretimento das geleiras do Ártico nem queria salvar os ursos-polares ameaçados de extinção. Diante de estudos que apontavam para a crescente escassez de água doce no planeta, a empresa se convenceu de que ignorar o problema poderia ser perigoso para o futuro de seu negócio. A água é a principal matéria-prima para a fabricação dos mais de 3 000 produtos da marca. A companhia injetou bilhões de dólares na criação de métodos e programas de reutilização e tratamento de água em suas fábricas, em mais de 200 países. Os resultados começaram a aparecer recentemente. Em cada uma das 43 unidades brasileiras, gastavam-se 5,5 litros de água para produzir 1 litro de refrigerante. Hoje esse gasto é de 2,04 litros. A redução representa uma economia de 500 000 reais ao ano, por fábrica. "Com a população mundial perto dos 9 bilhões e a água cada vez mais escassa, não tínhamos outro caminho a seguir", afirmou recentemente o presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, em entrevista à revista Forbes.

"O aquecimento global, a escassez de água, a extinção das espécies e o despejo de produtos tóxicos afetaram profundamente o funcionamento da sociedade e também o das empresas", disse a VEJA o economista Andrew Winston, da Universidade Princeton, consultor de grandes companhias para questões ambientais. "Pela primeira vez na história, os empresários deparam com limites de crescimento reais impostos por questões relacionadas à natureza", ele completa. O mundo dos negócios e o mundo natural estão inextricavelmente ligados. Todo produto que chega ao consumidor, seja um carro, um tênis ou uma xícara de café, tem origem na extração ou colheita de bens da natureza. Esses bens, a água, as terras cultiváveis, as florestas, são finitos. Justamente nesse ponto reside o maior desafio para as empresas. Desde a Revolução Industrial, iniciada no século XVIII, o modelo econômico mundial privilegiou a produção em detrimento da preservação dos recursos naturais. Essa conta está sendo cobrada agora – e é bem cara. 


A destruição da biodiversidade nunca foi tão intensa. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas divulgado no mês passado, mais de 60% de todos os ecossistemas do planeta estão ameaçados. Desse total, 35% são mangues e 40% florestas. Hoje, a demanda por recursos naturais excede em 35% a capacidade da Terra. Se a escalada dessa demanda continuar no ritmo atual, em 2030 serão necessárias duas Terras para satisfazê-la. Entre 2000 e 2005, a devastação das florestas na América do Sul foi de 4,3 milhões de hectares, 3,5 milhões deles no Brasil. De acordo com a ONU, só o desmatamento e a degradação de áreas de mangue causam um prejuízo anual de 2,5 a 4,5 trilhões de dólares à economia global. Equivale a jogar no lixo um valor próximo ao PIB do Japão, o segundo maior do mundo.


Nesta semana, em Busan, na Coreia do Sul, representantes de um conjunto de países estarão reunidos para discutir a criação de um grupo destinado a estudar as consequências das alterações na biodiversidade do planeta. Será um organismo semelhante ao IPCC, da ONU, que estuda as mudanças climáticas e seus efeitos. O material de trabalho do grupo a ser formado é o relatório "Aspectos econômicos dos ecossistemas e da biodiversidade", elaborado por treze países, entre desenvolvidos e emergentes, cuja última parte será divulgada em outubro. Estima-se que ele terá o mesmo impacto do estudo sobre as mudanças climáticas divulgado em 2006 pelo economista inglês Nicholas Stern, que norteou boa parte das pesquisas sobre o tema a partir de então. A criação da nova equipe se justifica porque os problemas na biodiversidade, em grande parte, ocorrem em pontos específicos do planeta, enquanto a questão do clima tem alcance global.

Calcular, em dinheiro, o prejuízo da destruição dos recursos naturais não é tarefa fácil. Primeiro, é preciso atribuir um valor monetário a toda a biodiversidade da Terra. O economista Robert Costanza, da Universidade de Vermont, foi o primeiro a fazê-lo. Em 1997, ele concluiu que a biodiversidade do planeta valia 33 trilhões de dólares. São 45 trilhões de dólares, em valores atuais. Para chegar a essa quantia, estimou-se quanto custariam os serviços prestados gratuitamente pela natureza ao homem, como a água limpa, o solo fértil para plantio de alimentos, a purificação do ar pelas florestas, a polinização e outros recursos naturais. Foram avaliadas dezessete categorias, que ganharam o nome de serviços ambientais. "A conta é complicada e pode implicar erros pontuais, mas até agora é a única maneira eficiente que os ambientalistas e economistas encontraram de mostrar para a sociedade e para as empresas quanto está sendo desperdiçado", diz Ernesto Cavasin, especialista em sustentabilidade, da consultoria PricewaterhouseCoopers.

A criação de índices de sustentabilidade nas principais bolsas de valores do mundo reflete a valorização das companhias verdes. Quando o mercado de capitais, centro financiador do desenvolvimento econômico, cria um índice, dá um recado explícito às empresas do que ele procura. Nesse caso, o mercado deixou claro que a agenda socioambiental não pode ser ignorada pelas empresas que querem prosperar. Na Bolsa de Valores de São Paulo, o índice de sustentabilidade (ISE), criado há cinco anos, mostra resultados melhores do que o índice tradicional. No ano passado, as ações medidas pelo índice Ibovespa subiram 18,5%, enquanto as medidas pelo ISE da Bovespa aumentaram 24,7%. Atualmente, 34 empresas integram essa carteira de ações. "O mundo financeiro se move de acordo com a sua percepção de risco. Aos olhos dos investidores, a falta de preocupação ambiental de uma companhia denota falta de zelo com o próprio patrimônio", explica Sônia Favaretto, diretora de sustentabilidade da BM&FBovespa.

Há quinze anos, a Sadia começou a ter problemas com as fazendas que lhe fornecem os porcos para a produção de alimentos industrializados. Os ambientalistas queixavam-se de que o dejeto dos animais, rico em metano, um dos principais gases do efeito estufa, era descartado no ambiente sem controle algum. As reclamações trouxeram muitas dores de cabeça para a Sadia, mas a companhia conseguiu tirar vantagem da situação. Primeiro, desenvolveu uma técnica para transformar os dejetos em adubo e depois em energia elétrica. O metano, quando queimado, tem o seu impacto na atmosfera reduzido em 21 vezes. Com 1 086 suinocultores parceiros do projeto, a Sadia pretende, agora, lucrar com a iniciativa com a venda de créditos de carbono.

Um marco na adesão das empresas à economia verde se deu em 2005, quando a General Electric e o Walmart, duas das maiores empresas do mundo, começaram a reformulação em seus negócios. A GE lançou uma linha batizada de Ecomagination, inicialmente com dezessete produtos. Eles aliavam um menor custo de produção a um menor impacto no ambiente. Hoje, a linha conta com oitenta produtos, que vão de lâmpadas fluorescentes a motores de trem que emitem menos CO2 e consomem menos água. Em 2008, a empresa lucrou, só com a linha verde, 17 bilhões de dólares, 21% a mais do que no ano anterior. Com o lema "Aqui preservar é um bom negócio", o Walmart começou uma transformação no modelo tradicional de varejo. Dizendo-se preocupado com o futuro do planeta, o então presidente mundial da rede, Lee Scott, anunciou que a empresa deveria, a longo prazo, utilizar em suas lojas 100% de energia renovável, reduzir a zero a produção de lixo em sua operação e vender apenas produtos que não ameaçassem a natureza. Desde então, a maioria das lojas do Walmart conseguiu economizar 25% de energia. No Brasil, 140 das 388 lojas encaminham seus resíduos para reciclagem. Eles são transformados em ração para animais ou adubo.

Os caminhos até uma economia verde e sustentável começaram a ser traçados na década de 70, quando os efeitos danosos da industrialização no ambiente se tornaram mais visíveis. Em 1987, a expressão desenvolvimento sustentável foi definida no relatório "Nosso futuro comum", também conhecido como Relatório Brundtland, elaborado pela Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento, da ONU. Surgia a ideia de que o desenvolvimento não deveria implicar riscos à natureza a ponto de prejudicar as gerações futuras. No decorrer da década de 90, com as discussões em torno do aquecimento global, a sociedade começou a pressionar as instituições financeiras para boicotar grandes poluidores. Surgiu assim, em 2002, o tratado Princípios do Equador, a primeira intervenção real do setor econômico na questão da preservação da natureza. No acordo, dez dos maiores bancos do mundo se comprometeram a não emprestar dinheiro a empresas que desprezassem as preocupações com o ambiente em suas atividades. Era questão de tempo para que, ao longo da década, as empresas de todos os ramos de atividade descobrissem que destruir a natureza é reduzir seus próprios lucros.

Varejo sem desperdício 





No ano passado, a rede de supermercados Pão de Açúcar investiu 60 milhões de reais em iniciativas sustentáveis. As mais vistosas são as sete lojas verdes (acima) espalhadas pelo país. Elas são equipadas com lâmpadas de LED, mais econômicas. Os tetos têm um revestimento especial para manter a temperatura estável no ambiente, reduzindo o consumo de eletricidade com ar condicionado. Já os carrinhos dessas lojas são feitos de garrafas PET recicladas. Juntas, as unidades proporcionam ao grupo uma economia de 140 000 reais por mês
 










 O executivo mais verde do mundo



Jeffrey Immelt, que em 2001 assumiu a presidência mundial da General Electric no lugar do lendário Jack Welch, está à frente da maior reformulação da história da companhia. Ele é o idealizador do selo verde Ecomagination, que hoje conta com oitenta produtos. Eles vão de lâmpadas fluorescentes a turbinas (acima) que emitem menos gases do efeito estufa


  O plástico de cana-de-açúcar


A petroquímica Braskem, no Rio Grande do Sul, anunciou no ano passado a criação do polietileno feito com cana-de-açúcar (acima). Essa é uma das resinas mais utilizadas na fabricação de embalagens flexíveis e normalmente é feita com petróleo. Somente na construção da fábrica do novo produto (à dir.) foram investidos 500 milhões de reais. O polietileno de cana começa a ser produzido em escala industrial a partir de setembro



Fonte: Veja.com
Read More

Aprenda a mexer com Plantas medicinais (saúde que vem do jardim)

Plantas medicinais são tão antigas quanto a humanidade

Descobertas arqueológicas, remontando à Idade da Pedra, parecem confirmar que algumas plantas já eram utilizadas pelos nossos ancestrais, como o sabugueiro, por exemplo.

 Mais tarde, depois da descoberta de antigos pergaminhos, já foi possível precisar quais os conhecimentos de que o homem dispunha na Antiguidade.

 

 Na China, em 2900 AC, já havia o uso de mais de 350 curativos, enquanto que no Egito, por volta do ano 1500 AC foi escrito o Papiro de Ebers com quase 900 receitas medicinais.

Os egípcios já utilizavam o alho e a cebola com objetivos medicinais e enviaram uma expedição à Síria com o objetivo de procurar novas ervas.
 

Da Antiguidade, conhecemos os nomes de alguns sábios que usavam a medicina ervanária como: Hipócrates (460 a 370 AC), Aristóteles (384 a 322 AC), Pedáneo Dioscórides (50 DC) que deixou uma obra de relevância, usada até a Idade Moderna, com a descrição da ação de cerca de 700 plantas medicinais: De materia medica. Muitos outros em várias épocas podem ser citados como Caio Plínio – O Velho, Cláudio Galenus ou Galeno.

A utilização de plantas medicinais sempre foi transmitida oralmente para a geração seguinte, muitas vezes associada a mitos, lendas e feitiçarias.

No entanto, no contexto da fé cristã, o cuidado dos doentes era assumido pelos mosteiros, que perpetuaram as velhas práticas e os conhecimentos antigos.

Os jardins dos mosteiros e conventos eram a farmácia de então, não só de plantas nativas, como também plantas trazidas de outros países. O conhecimento era guardado nos herbários e na botânica, com registro de seus efeitos.

Com o advento da imprensa, no século XV, os livros de ervas passaram a ser difundidos fora do círculo fechado dos mosteiros.

Na Idade Moderna, estes conhecimentos são abandonados, dando lugar a uma nova prática médica. Apenas no século XIX houve uma recuperação das informações abandonadas, feita por Kneipp (1821 a 1897)

Hoje, temos consciência da riqueza das ervas que se perderam no decorrer dos anos e a indústria médica volta-se, cada vez mais, para a análise das plantas e seus efeitos.

Não obstante os comprovados benefícios que algumas ervas possuem, não se deve lidar com plantas medicinais de forma aleatória.
Elas podem produzir efeitos colaterais adversos se não forem utilizadas de forma correta.

Se você pretende ter seu ervanário, muita atenção na colheita das ervas:

Colher plantas limpas, de preferência pela manhã.

Evite colher plantas ao lado de ruas para não haver contaminação.

Leve apenas algumas folhas, jamais arrancar a planta por inteiro, cortar com faca afiada para que ela possa se restabelecer.

Não usar saco plástico para seu transporte, usar saco de tecido para que não murchem.

Se quiser usar ervas secas de lojas especializadas, siga rigorosamente as instruções da embalagem ou do folheto que as acompanha.

Lembre-se:

As plantas medicinais são a natureza em estado puro e quem as utiliza ganha uma nova consciência de seu corpo como um todo.

Blog Paisagismo
Read More

O que são alimentos orgânicos

Os produtos orgânicos vêm ocupando espaços cada vez maiores nas prateleiras dos mercados. As feiras locais também são uma boa opção para se conversar com produtores e conhecer mais sobre esse modo de produção.

São alimentos obtidos em sistema de produção onde não são utilizados fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos. Isso signifca que são mais seguros para o consumo.


Também são características fundamentais na produção orgânica as responsabilidades social e ambiental. Os sistemas orgânicos de produção têm como base os princípios agroecológicos que contemplam o uso saudável e responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, de modo a reduzir as formas de contaminação e desperdício desses elementos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

O alimento orgãnico, de origem animal ou vegetal, é mais saudável, tem mais sabor e pode estar mais perto de você.

Pesquisas indicam que ele tem maior diversidade de vitaminas, sais minerais e outras substãncias importantes para sua saúde, como a vitamina C, por exemplo. Isto se deve ao manejo diferenciado que é dado às plantas e animais.

Na gastronomia, suas características conferem melhor sabor e realçam o aroma das receitas.

Ao consumir produtos orgânicos, você está contribuindo para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham em prol de uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras.

O consumidor responsável deve considerar na hora da compra, os produtos da estação, aqueles que fortalecem os produtores locais e os que têm processo de produção e embalagens que agridem menos o meio ambiente.

Fonte: Blog Paisagismo
Read More

Dicas para montar hortas ecológicas



1 - Intercalar espécies: para melhorar o uso do solo é interessante misturar, no mesmo canteiro, espécies com características diferentes, como plantas que produzem frutos com plantas que produzem folhas, ou plantas que produzem flores com plantas que produzem raiz.

2 - Usar plantas companheiras: certas plantas gostam da companhia de outras, ajudando-se mutuamente através de reações bioquímicas. Alguns exemplos de grupos de plantas que são companheiras:

Tomate, pimentão ou berinjela + alface ou chicória;
Abóbora, pepino, chuchu ou melão + feijão ou ervilha + milho
Alface ou chicória + cenoura ou rabanete
Berinjela + feijão
Beterraba + couve ou salsão
Cenoura + alface ou tomate
Repolho, brócolis, couve-flor ou repolho + cenoura, beterraba, feijão

3 - Fazer rotação de culturas: é muito importante fazer a rotação nos canteiros, ou seja, evitar o cultivo da mesma planta (ou de plantas da mesma família) sempre no mesmo canteiro. Assim, após o tomateiro não plante pimentão ou berinjela, pois são plantas da mesma família e que são sensíveis às mesmas doenças. Mas pode-se plantar alface ou cenoura ou repolho.

4 - Controlar formigas e lesmas: pode-se evitar que as formigas se aproximem da horta plantando ao redor dos canteiros hortelã, gergelim ou simplesmente espalhando carvão moído, farinha de ossos ou mesmo casca de ovo moído pelas áreas mais atacadas. Para se livrar das lesmas, a forma mais simples é atraí-las com um pano de estopa embebido em água e leite, colocado à noite ao redor das plantas atacadas. Na manhã seguinte as lesmas podem ser recolhidas sob o pano e eliminadas.

5 - Manter a vegetação espontânea: as plantas chamadas de inços, invasoras ou daninhas são geralmente abrigo para uma série de pequenos insetos e aranhas que são inimigos naturais de diversas pragas. Portanto, quanto mais “limpa” for a horta, maior a chance dela ser atacada por algum inseto.

6 - Usar plantas repelentes: algumas plantas produzem substâncias químicas que repelem os insetos que se alimentam dos cultivos. Assim, plantas como cravo-de-defunto, crisântemo, arruda, alho, entre outras, podem ser cultivadas próximas da horta como forma de prevenção.

7 - Usar resíduos orgânicos: grande parte dos resíduos domésticos pode ser utilizada para enriquecer o solo: cinza de fogão à lenha é rica em potássio e casca de ovo em cálcio. Estercos de animais e resíduos de corte de grama e mesmo da horta podem ser usados para fazer adubo através da compostagem ou da minhocultura.

8 - Observar as minhocas: as minhocas, além de fazerem húmus, são ótimas indicadoras da qualidade do solo. Quando falta matéria orgânica ou os canteiros ficam muito secos ou encharcados elas costumam fugir do local indicando que alguma coisa não está boa.

9 - Ter cuidado nas aplicações de produtos: mesmo sendo naturais, os produtos usados para o controle de pragas e doenças na agricultura de base ecológica também podem ser tóxicos e causar alergias e irritações aos humanos. Previna-se usando sempre os equipamentos de proteção individual, como botas, luvas e óculos.

10 - Adaptar idéias: cada horta é um local único, com suas características próprias de solo, clima e biodiversidade. O que dá certo em um local pode não dar em outro, por uma série de motivos muitas vezes imperceptíveis. Visite outras hortas ecológicas e troque experiências com os produtores. Mas lembre-se: o importante não é copiar idéias prontas, mas sim adaptar boas idéias à sua realidade.

Fonte: Portal dia de Campo
Read More

Consulta Pública: Produtos Fitossanitários, até dia17 de junho

Prazo: Disponível para consulta pública pelo prazo de 30 (trinta) dias, a contar a partir de 18 de maio de 2010, data da publicação da portaria que autoriza a consulta no DOU.

A Minuta sobre Instrução Normativa que aprova os procedimentos de registro de produtos fitossanitários com uso aprovado para a agricultura orgânica, conforme previsto no Decreto Nº 6.913, de 23 de julho de 2009, que acresce dispositivos ao Decreto Nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002.

As sugestões, tecnicamente fundamentadas, deverão ser encaminhadas, por escrito, para a Diretoria de Qualidade Ambiental, situada no SCEN Trecho 2, Edifício Sede do Ibama, bloco C, CEP 70818-900, Brasília/DF, ou para o endereço eletrônico cgasq.sede@ibama.gov.br, ou fax: (61) 3316-1355.

A minuta e as informações estão disponíveis no site do IBAMA no link

http://www.ibama.gov.br/servicos/consulta-publica.
Read More

Cresce produção leite orgânica: Nova Zelândia

Fonterra, a maior cooperativa de leite no mundo, diz que espera um incremento  de 140% nos próximos cinco anos, em resposta  à  crescente demanda global por ingredientes lácteos orgânicos.


“O leite é a categoria que mais cresce no mercado internacional de orgânicos”, disse Rick Carmon, da Fonterra e  “a cooperativa esta  em uma posição muito forte para atender essa demanda”.  Eles fornecem  ingredientes a mais de 9.000  lojas de varejo em todo o mundo.

Os ingredientes orgânicos são usados em queijo, leite em pó, proteínas e manteiga. Embora os produtos orgânicos representem só 1 por cento das receitas da cooperativa,  os produtores cujas propriedades estejam totalmente convertidas a orgânicas,  ganham um prêmio $1,05 por cada quilo de sólidos do leite.  “Muitos dos nossos atuais produtores têm encontrado na agricultura orgânica uma alternativa positiva que vai alem da recompensa financeira: existem alguns benefícios da sustentabilidade real,” disse o Sr. Carmont.

Fonte:  Organic Monitor
Read More

A Revista Orgânica estará na Bio Brazil Fair


Daqui a dois dias a Revista Orgânica estará na Feira Bio Brazil em São Paulo até o dia 23. Não percam esse evento incrível e saiba de tudo o que acontece no setor orgânico em um só estande.

Não percam a novidade da feira de 2010. Durante as programações, terá a participação especial de empresas italianas, através dos módulos Brasil-Itália. Eles apresentarão oportunidades de colaboração comercial e produtiva na agricultura orgânica da Itália.

Teremos o maior prazer em recebê-los em nosso estande, logo na entrada do Salão dos Vegetarianos.

Veja aqui também toda a programação da feira!

Para você que ainda não conhece, a Bio Brazil Fair abriu um novo capítulo na história da produção orgânica com a presença, na Cerimônia de Abertura da edição de 2009, do Presidente Lula, Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel e Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, além do Governador de São Paulo, José Serra, Prefeito da cidade, Gilberto Kassab, senadores Suplicy e Romeu Tuma e o Presidente da CNA – Confederação Nacional da Agricultura, Fabio Meirelles Filho.

No Brasil, o setor cresce de maneira vertiginosa e caminha para ser o maior exportador mundial de alimentos orgânicos. Na última edição, recebeu mais de 15 mil visitantes, entre compradores do Brasil e do exterior, profissionais do mercado e público interessado.

Read More

Alimentos Orgânicos podem ser gostosos, sim!

A Revista Orgânica tem observado através de suas enquetes que a grande maioria das pessoas provavelmente pensa que alimentos orgânicos não passam de meros alfaces e tomates. Ao generalizarem o assunto, percebemos que ainda existe muita falta de informação a respeito dos orgânicos.

Chegamos a tal conclusão porque 99% dos internautas que responderam a pesquisa proposta pelo Portal Orgânica consideram que o consumo de alimentos orgânicos tem como objetivo apenas melhorar o meio ambiente, a saúde e a forma do corpo de quem consome, enquanto apenas 1% respondeu que consomem tais alimentos por serem mais saborosos.

Infelizmente, ainda existe uma cultura de que os orgânicos, são produtos de aparência inferior aos convencionais e que não existe grande diversidade de pratos e produtos. Também é pouco conhecido que os alimentos orgânicos em geral possuem mais sabor do que os convencionais.

Mas, para quem ainda não sabe é possível criar deliciosos pratos exclusivamente com alimentos orgânicos, a Revista Orgânica vem mostrando por meio de suas edições  diversas possibilidades, inclusive com receitas de chefs renomados como Flávia Quaresma.

Além de verduras, frutas e hortaliças, existem também doces orgânicos como o famoso doce de leite, geléias e chocolates, pães, torradas, barras de cereais, carne bovina, frango e outros. Particularmente, esta jornalista entusiasta dos orgânicos, que vos escreve, gosta muito do figo orgânico em caldas. Fica aqui a dica. Uma delícia!

E, para aqueles que não fazem muita cerimônia para comer, até mesmo por falta de tempo para cozinhar, a fabricação de alimentos orgânicos também dispõe de congelados, biscoitos doces e salgados, sem falar daqueles aperitivos prontos para servir.

Contudo, o que está faltando para as pessoas se interessarem mais pelos alimentos orgânicos é conhecimento a respeito destes produtos por parte dos consumidores, melhor distribuição e divulgação por parte dos produtores. Como as pessoas saberão de toda diversidade de produtos existentes, se as empresas não os divulgam?

Acreditamos que, se houvesse mais opções de pontos de venda e, claro, com o preço acessível, haveria mais consumo de toda a diversidade de alimentos orgânicos, que são super saborosos e fazem bem para você.

Por Karlla Gelabert
Read More

Segundo pesquisas, consumo de hortaliças e sedentarismo sobem entre brasileiros

Ao mesmo tempo em que passou a colocar mais hortaliças em seu prato, o brasileiro começou a fazer menos atividades físicas, mostra uma pesquisa divulgada em Brasília nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde.

Segundo o levantamento, que ouviu 54.367 pessoas ao longo de 2009, 18,9% da população consome cinco ou mais porções diárias de frutas e verduras, número 2,6 vezes maior que o registrado em 2006.

Apesar de revelar uma consciência maior em relação à alimentação, a pesquisa mostra também que a pressa do dia a dia tem piorado a qualidade do que é ingerido. O feijão, por exemplo, faz parte do cardápio de 65,8% dos adultos cinco ou mais vezes na semana. Em 2006, o índice era 71,9%.

A pesquisa revelou que o consumo de refrigerantes e sucos em pó cresceu. Entre os mais jovens, de 18 a 24 anos, 42,1% consomem essas bebidas quase todos os dias, e as versões light ou diet desses produtos só são escolhidas por 15% da população.

Em relação aos exercícios, o estudo mostra que apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas no tempo livre com a regularidade necessária - 30 minutos diários, cinco vezes por semana. Considerando aqueles que se deslocam para o trabalho ou para escola a pé ou de bicicleta, o índice sobe para 30,8%.

O número de sedentários – aqueles que não fazem exercícios físicos em nenhuma ocasião – é de 16,4% da população adulta, índice superior ao registrado em 2006, quando havia 13,2% de adultos inativos fisicamente.


Informações do Globo.com
Read More

Expofood 2010 traz espaço exclusivo para orgânicos

Não percam a 22ª edição da feira Super Rio Expofood! O aspecto inovador deste ano é o espaço dedicado aos produtos orgânicos que o projeto OrganicsNet, da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), está promovendo.


Começou ontem (23) e vai até amanhã, quinta-feira no Riocentro. A feira é considerada uma das maiores dos setores de alimentos, bebidas, equipamentos, serviços e tecnologia da América Latina.

A Expofood que terá, pela primeira vez, um espaço dedicado exclusivamente à exposição de produtos orgânicos, vai desde molho de saladas produzido com sementes de mamão papaya a adoçante natural feito com um cactos do México. A Feira trará todo o tipo de artigo orgânico que tenha sido produzido por empresas de todo o Brasil ligadas à rede OrganicsNet, da SNA.

A idéia é incentivar a comercialização de orgânicos no país, já que grandes empresários dos setores de supermercado, panificação e restaurante, entre outros, estarão presentes nos três dias de exposição do evento.

Os interessados em visitar a Feira podem se inscrever aqui.

Expofood 2010
Horário: das 13h30 às 22h
Local: Riocentro
Endereço: Av. Salvador Allende, nº 6.555, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro/RJ
Mais informações no site da Feira
Read More