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Estudo científico comprova: áreas protegidas ajudam na redução de emissões.

No último mês de maio, um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) comprovou a eficácia das áreas protegidas da Amazônia na redução de emissão de carbono. Ficou demonstrado que as áreas protegidas foram responsáveis por 37% da redução do desmatamento entre 2004 e 2006. E que a criação de novas áreas poderá evitar a emissão de 8 bilhões de toneladas de carbono até 2050.

O Brasil se destaca no assunto. Desde 2003, o país foi responsável por 73% das áreas protegidas que foram criadas em todo o mundo. Apesar disso, ainda são necessárias novas áreas que cubram aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha. Só assim cumpriremos as metas para 2010 firmadas na Convenção sobre Diversidade Biológica – o principal fórum mundial para temas e questões relacionados à biodiversidade.

Muito já foi feito, mas é fundamental que o país garanta um
legado ambiental às futuras gerações.

Fonte: WWF-Brasil
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Redd pode reduzir desmatamento na Amazônia em 50%, diz pesquisa

O desmatamento na Amazônia brasileira entre 2008 e 2019 poderia ser reduzido pela metade se fossem investidos cerca de US$ 6 bilhões (R$ 11,1 bilhões) em serviços de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação, conhecidos como Redd, considerando o valor atual do preço do carbono por tonelada, que é de cerca de US$ 3 (R$ 5,5).

Entenda o que é Redd

A estimativa é resultado do estudo Pagamentos Diretos para a Conservação na Região Amazônica Brasileira - Implicações do Alcance e da Participação, publicado há cerca de um mês por pesquisadores alemães e brasileiros do Centro Internacional de Pesquisa Florestal (Cifor, na sigla em inglês), do Centro Mundial Agroflorestal e da Universidade Federal do Pará (Ufpa).

De acordo com Jan Börner, um dos autores da pesquisa, a previsão considera apenas o potencial econômico dos pagamentos por serviços ambientais. "O potencial é grande, mas depende de regularizar a questão fundiária porque, para implementar pagamentos por Redd, existe a condição de ter direito exclusivo da terra, o que só ocorre em 25% dos casos", diz ele.

A pesquisa também simulou como seria feita a distribuição de renda em diferentes aplicações de Redd na Amazônia brasileira. "O serviço pode pagar um valor para todos ou, por exemplo, quem tem mais floresta poderia receber mais do que quem tem floresta degradada", diz Börner.

Levando em conta a questão financeira, a conclusão da pesquisa foi de que os pagamentos por serviços ambientais, se começassem a ser implantados agora, beneficiariam sobretudo grandes proprietários. Para os pesquisadores, grandes poprietários têm mais de 100 hectares de terras e suas áreas desmatadas são, geralmente, maiores do que 20 hectares. São eles, segundo a pesquisa, os responsáveis por 80% do desmatamento nos últimos anos.


Börner destaca o Programa Terra Legal, vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Agrário, como uma forma pragmática de resolver a questão fundiária de pequenas propriedades. "Mas o problema é maior para desmatamentos em grande escala, que muitas vezes acontecem em terras griladas e em função de poderosos interesses econômicos", diz o pesquisador.

Por meio de um sistema na internet, ainda em fase de teste, os pesquisadores permitem que qualquer um possa calcular que investimentos seriam necessários para preservar determinadas áreas na floresta. Para saber isso, basta entrar no site de apoio da pesquisa e selecionar a área direto em um mapa.

Do Globo Amazônia
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Áreas protegidas na Amazônia evitam emissão de 8 bi de toneladas de carbono

Gases de efeito estufa lançados pelo mundo inteiro durante um ano somam uma quantia de poluentes que poderia ser compensada com a proteção de apenas uma parcela do território amazônico. Tal parcela abrange todas as áreas protegidas da Amazônia, que poderiam evitar a emissão de até 8 bilhões de toneladas de carbono para os céus antes de 2050.

A conclusão é de um novo estudo conduzido por Britado Silveira, diretor do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFGM), e outros 12 especialistas. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (26) pela revista científica americana PNAS.

O estudo avaliou as 595 Unidades de Conservação estaduais e federais da Amazônia. Terras indígenas e áreas militares, como a da reserva da Serra do Cachimbo, também foram inclusas nessa conta. São territórios, segundo o estudo, que abrigam 54% do que resta de floresta na Amazônia e que contêm 56% do carbono disponível na floresta. A área equivale a cerca de 3,4 milhões de quilômetros quadrados.

A quantidade de terras protegidas na Amazônia cresceu cerca de 700 mil quilômetros quadrados entre 2002 e 2009, de acordo com a pesquisa. Para garantir a fiscalização dessas áreas, Britaldo Soares estima que seria necessário investir de US$ 3 bilhões (R$ 5,5 bilhões) a US$ 9 bilhões (cerca de R$ 16,6 bilhões).

Segundo Soares, parte desse custo poderia ser compensado por meio de um acordo climático internacional baseado em incentivos a países que implementem pagamentos por Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação, mais conhecidos como Redd.

Do Globo Amazônia, em São Paulo
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2010 - Ano Internacional da Biodiversidade

Para reafirmar as idealizações que a COP-15, há pouco, tentou promover em uma reunião na Dinamarca com todos os representantes nacionais, a ONU declarou 2010 como o ano da Biodiversidade Biológica.



Tema comumente sustentado nas discussões sobre créditos de carbono nas florestas tropicais, desmatamento e evolução do desflorestamento brasileiro, curva ascendente do aquecimento global, o Brasil, especificamente neste ano, se destacará.

Fonte: Ufma
Sem falar das discussões políticas e econômicas no Brasil, que abordam a relevância e a conveniência de exploração de uma quantidade milionária de gás e petróleo de sete quilômetros de profundidade nos mares brasileiros, o país foi bastante cobrado na COP-15 em seus posicionamentos, pois se trata de um dos maiores países em desenvolvimento do mundo e que terá que arcar com grandes ônus financeiros, além de ser uma das maiores biodiversidades de todo o ecossistema do planeta.
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Perto do fim do desmatamento

Para melhorar o otimismo dos que se preocupam com o futuro da Floresta Amazônica e, conseqüentemente, com as futuras gerações, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc admiti que, pela primeira vez, o desmatamento na Amazônia "está sob controle".



Minc ainda afirmou que está programando um concurso para este ano: a contratação de mais de mil funcionários para os quadros do Ibama e do Instituto Chico Mendes (ICMBio), com o objetivo de "manter a pressão sobre os infratores" ambientais.



Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 247,6 km² foram desmatados em outubro e novembro do ano passado - 72% a menos que no mesmo período de 2008. Ainda assim, o dado do ano passado equivale a mais de 150 vezes a área do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.



O Ministro, por sua vez, considera que a queda no desmatamento é devido às operações de fiscalização realizadas pelo Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança e às atividades da Operação Arco Verde, que visa oferecer alternativas econômicas à exploração ilegal da floresta.



E, o mais inacreditável é que o Brasil pode superar a meta assumida internacionalmente de diminuir o desmatamento em 80% até 2020 na comparação com o período entre 1996 e 2005. Se depender das nossas expectativas, vamos chegar a 2020 quebrando quase que 100% do desmatamento. Ufff!





                                           Não deixe que seu pratrimômio fique assim!






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A Amazônia é de vocês!

Historicamente, sempre estivemos associados à natureza e, devido à Amazônia, desde a sua descoberta, o Brasil foi, e sempre será, uma garantia de matéria-prima para o mundo e suas próximas gerações. Pois se constitui em uma das últimas reservas mundiais de recursos naturais, florestais e um dos ecossistemas mais ricos e preservados do planeta, especialmente por sua biodiversidade.



Nessa visão, o interesse pelas questões relacionadas à conservação do meio ambiente, confere à Amazônia um papel de destaque, nos cenários nacionais e internacionais, por dispor de todos os elementos naturais necessários ao sucesso de qualquer programação da economia mundial.



É por essas e outras que há tantos curiosos dispostos em conhecer esse maravilhoso ecossistema. A riqueza é tanta que diariamente tem algum engraçadinho tentando lucrar erroneamente com nossa fonte, como garimpeiros, fazendeiros, seringueiros, principalmente, grileiros.



Diante de milhões de hectares e uma variedade de recursos, fica fácil se instalar e participar dessa enorme economia global, basta ter o capital para as máquinas, pois a matéria prima e o pedaço de terra já são seus.

Fonte: Greenpeace

A falta de vigilância por parte do governo ainda é muito carente, por isso há tantos problemas por conta do tráfico, posse ilegal das terras, enfim, desse jeito, mais e mais turistas vão se instalando e fazendo tudo o que há de errado em nosso território.








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Desmatamento vem acelerando cada vez mais


Esse vídeo produzido pelo Greenpeace da Suíça faz uma simulação exata sobre o que vem acontecendo na nossa Amazônia. Pois, além da visão equivocada de que as florestas são apenas fontes de carbono, o vídeo alerta também como a floresta está sendo destruída em questão de segundos.

Para quem ainda não sabe, a Floresta Amazônica é a maior floresta tropical do planeta e, por isso, desempenha um equilíbrio fundamental na manutenção do clima da Terra e na sua biodiversidade.

Se todos ficarem pensando que desmatar um pequeno hectare não fará diferença, diante desse enorme ecossistema, então, estaremos perdidos, já que de grão em grão a floresta passará a se chamar de “antiga Amazônia”.

As florestas da Indonésia também estão entre as mais antigas do mundo e, enquanto 17% da Amazônia já foram perdidas, a Indonésia, em um período de tempo menor, já destruiu dois terços de sua área original.

Assim como a Amazônia, a destruição das florestas da Indonésia é impulsionada pela demanda mundial do agronegócio. Soja e gado no Brasil e papel e palma na Indonésia.

Mas o que as pessoas talvez não saibam é que, por conta desse desmatamento, as águas passaram a evaporar mais rapidamente, as margens dos rios diminuíram ainda mais e centenas de peixes mortos se acumularam em um pequeno fio de água, no centro do leito do rio. As canoas e os barcos agora ficam facilmente presos na areia.

Sem falar do mau cheiro dos animais mortos que se espalha tornando o acesso restrito à água potável e à alimentação.


Por Karlla Gelabert
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