Homem escapa de se afogar durante reparo de tubulação no mar na China

Incidente foi flagrado por fotógrafo do Greenpeace no Porto de Darian. Região passa por operação de limpeza após explosão e vazamento de óleo.
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Brasil deve usar menos 1,5 bi de sacolas plásticas neste ano, diz Minc

A campanha de incentivo ao uso de sacolas reutilizáveis em supermercados deve fechar este ano com a economia de 1,5 bilhão de sacolinhas plásticas.

A estimativa foi divulgada no domingo (28) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele participou de um evento na praia de Ipanema, no Rio, quando foram distribuídos materiais de divulgação da campanha Saco é um Saco.

"No ano passado, foram menos 600 milhões de sacos plásticos lançados no meio ambiente. Nossa meta este ano é 1,5 bilhão", estimou Minc, dizendo que o total de sacolas plásticas fabricadas no país por ano é de 18 bilhões de unidades.

O ministro defendeu a utilização de sacolas retornáveis e condenou o uso abusivo das sacolinhas plásticas, que acabam indo parar no lixo, ajudando a aumentar os níveis de poluição nos rios, córregos e nos mares. Minc contou que existem inúmeros registros de animais mortos por ingestão (peixes, tartarugas e golfinhos) ou por se enrolarem em restos de sacolas plásticas.

Para reduzir o total de sacolas plásticas, Minc afirmou que é fundamental o engajamento das grandes redes de supermercados. Presente ao evento, o diretor de Relações Institucionais do Walmart, Carlos Ely, disse que a empresa incentiva faz um ano a troca das sacolas plásticas pelas de pano. Se o cliente trouxer a sacola de casa, ganha um desconto no preço final das compras, proporcional à quantidade de itens e equivalente ao valor das sacolas plásticas economizadas.

"Desde o início da campanha, nós já concedemos R$ 469 mil em descontos aos clientes. Nossa meta é reduzir em 50% o uso das sacolas descartáveis até 2013", destacou o diretor do Walmart, que possui 451 lojas espalhadas pelo país.

Fonte: Agência Brasil, no Rio
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Governo lança campanha para desestimular uso de sacolas plásticas

A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, apresentou dados, na semana passada, que mostram uma redução de pelo menos 600 milhões de sacolas plásticas desde o lançamento no Estado, em julho do ano passado, da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente e da secretaria fluminense. Nesse encontro, também foram abordados avanços e dificuldades durante o processo de implementação da lei.


 “Vamos intensificar a campanha Saco é um Saco também em áreas onde há muita aglomeração de pessoas, como nas praias, no Piscinão de São Gonçalo, no Maracanã, em dias de jogos. Enfim, o objetivo é esclarecer a população que as sacolas plásticas contribuem e muito na poluição do meio ambiente, pois esse material, quando descartado inadequadamente, leva até 500 anos para se decompor na natureza”, disse Marilene.

De acordo com a organização não governamental (ONG) Fundação Verde, há movimentos para o fim do saco plástico principalmente na Inglaterra, Espanha, China, no Japão e na Alemanha, onde as bolsas são cobradas em supermercados. Mas a medida parece muito impopular e vista como uma prática de cobrança abusiva no Brasil.

O comércio do Rio teme que o consumidor fique insatisfeito com o fim do uso das sacolas plásticas sem uma alternativa barata e de fácil implantação. “No dia 15 de julho, o que vou falar para o meu cliente?”, indagou Josimar Salles, representante da rede Bramil de Supermercados, do interior do estado.

Para evitar que o consumidor sinta o impacto da falta de sacos plásticos nos supermercados, a rede Wal-Mart lançou o programa de desconto para clientes que não utilizarem as sacolas plásticas em suas compras. Para viabilizá-lo, a rede supermercadista investiu, no primeiro trimestre deste ano, recursos de R$ 700 mil. “E, com isso, conseguimos reduzir em 10%, ou seja, em 139 milhões, o número de sacolas plásticas na rede em todo o país”, afirmou o representante da rede Wal-Mart, Felipe Zacarin.

Desde que foram introduzidas no país, na década de 80, as sacolas plásticas passaram a ser reutilizadas pelos brasileiros para o acondicionamento do lixo. No Brasil, cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas são distribuídas por ano, sendo que cada cidadão brasileiro consome, em média, 800 delas por ano.

Fonte: Agência Brasil
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Empresas terão de pagar por poluição acima das metas

Empresas que lançarem na atmosfera quantidade de carbono acima de um limite a ser fixado pelo governo terão de comprar "títulos" no mercado brasileiro de redução de emissões, prevê estudo do Ministério da Fazenda. Esse novo mercado funcionará com certificados de redução de emissões de gases do aquecimento global, e os papéis também poderão ser comprados por investidores comuns.

O estudo, ao qual o Estado teve acesso, dá início à regulamentação das metas do clima. No final do ano passado, o governo anunciou corte entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono previstas para 2020, mas as metas ainda não saíram do papel. O modelo em discussão no Ministério da Fazenda parte da ideia de que haverá "tetos" de emissão de carbono para os diferentes setores da economia. Estão sujeitos a esse tipo de limite os setores de geração de energia, transportes, a indústria em geral e o agronegócio.

Por ora, as metas brasileiras de redução das emissões de gases de efeito estufa são genéricas. O maior nível de detalhe fica restrito à redução do desmatamento, de 80% na Amazônia e 40% no Cerrado. A partir do estabelecimento de tetos de emissão, as empresas que emitirem menos do que o limite ou atuarem na captura de carbono poderão vender "títulos de redução de emissões". Os papéis atestariam uma determinada economia de emissão de gases de efeito estufa, medida em toneladas de CO2 equivalente. Já as empresas que ultrapassarem o teto de emissões terão de recorrer à compra de créditos no mercado.

O modelo prevê a criação de uma agência de controle das emissões, no molde das agências reguladoras. Ela ficaria responsável por estabelecer os tetos mais detalhados de emissão e fiscalizar seu cumprimento. O primeiro alvo da regulamentação são as usinas térmicas que usam carvão e óleo diesel, fontes mais poluentes de geração de energia. Há pouco mais de um ano, o setor resiste à exigência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para compensar parte das emissões por meio de reflorestamento e investimentos em energias renováveis.

Recentemente, parecer da Advocacia-Geral da União questionou a competência do Ibama. A saída para o impasse poderá se dar por meio do novo mercado de crédito de carbono. "O mercado é a forma mais eficiente e mais barata de fazer o sequestro de carbono, a aposta é no mercado interno", disse Nelson Machado, secretário executivo do Ministério da Fazenda.

"Não temos números, mas esse mercado promete", avalia a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Ela prevê que os principais planos setoriais de cortes de emissões serão objeto de consulta pública nos próximos meses e deverão estar concluídos antes da próxima cúpula do clima da ONU no México, marcada para dezembro.

Antes da criação da agência e do estabelecimento de tetos de emissão, Machado espera estimular o mercado voluntário de carbono. A primeira tentativa de leiloar créditos de carbono no mercado voluntário, no mês passado, na BEM&Fellowship, foi um fracasso. "Não houve compradores porque o mercado no Brasil não está organizado", avalia Machado.

O governo Lula anunciou metas "voluntárias" de corte de emissões de gases-estufa em novembro, pouco antes da conferência do clima em Copenhague. Para que as metas sejam postas em prática, um decreto presidencial terá de definir tetos de emissões por setores econômicos. A lei da Política Nacional sobre Mudança do Clima, sancionada em dezembro, prevê "estímulo" ao mercado brasileiro de redução de emissões.

Fonte: Folha de São Paulo
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Pelo novo Código Florestal, governo vai abrir mão de R$ 8 bilhões em multas aplicadas entre 1998 e 2008

O Novo Código Florestal além de conceder anistia aos desmatadores, segundo dados do Greenpeace, governo vai abrir mão de R$ 8 bilhões em multas aplicadas entre 1998 e 2008.

Depois de um ano de discussão, a Comissão Especial da Câmara aprovou ontem, por 13 votos a 5, a reforma do Código Florestal que prevê anistia para os proprietários rurais acusados de desmatamento ilegal até 22 de julho de 2008.

Pelos dados do Greenpeace, com o perdão, o governo vai abrir mão de R$ 8 bilhões em multas aplicadas entre 1998 e 2008 na Amazônia Legal. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) diz que não tem dados para calcular quanto deixaria de arrecadar.

(...) Pelo projeto, todas os proprietários multados por desmatamento ilegal até 22 de julho de 2008 serão perdoados, se aderirem ao Programa de Regularização Ambiental, compromisso de recuperação das áreas devastadas.

Em 22 de julho de 2008, entrou em vigor o decreto 6.514, que proíbe financiamentos por bancos estatais a proprietários acusados de extração ilegal de madeira. Para Aldo, o perdão devolverá à legalidade mais de 90% dos proprietários.
O relatório também prevê a redução das áreas de proteção às margens dos rios com até cinco metros de largura, de 30 para 15 metros. Hoje, a faixa mínima de vegetação ciliar não pode ser inferior a 30 metros.
O projeto ainda determina que as faixas da vegetação ciliar sejam calculadas a partir da menor borda (quando os rios estão mais estreitos). Pela lei em vigor, esses cálculos devem levar em conta as bordas maiores (quando o leito está cheio).

Para ambientalistas, a simples troca da expressão "borda maior" por "borda menor" significará uma das maiores brechas para o desmatamento. O relatório de Aldo livra pequenos proprietários de recompor vegetação nativa devastada até a promulgação da nova lei.

Pelo código, pequenos proprietários são os donos de imóveis de até quatro módulos fiscais — medida que varia com a região: na Amazônia, pode chegar a 400 hectares.

ONGS SE REUNEM EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO E DA PRODUÇÃO DE
ALIMENTOS SAUDÁVEIS:

NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL (Veja aqui o manifesto)


Fonte: O Globo
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Opine ao final do texto: o que deve mudar no Novo Código Florestal ?

As mudanças, no entanto, não promoveram o consenso. O texto foi criticado tanto por parlamentares ligados ao agronegócio quanto aos vinculados às causas ambientais. O debate foi acompanhado também por produtores rurais e militantes ambientalistas, que interrompiam as falas dos parlamentares com vaias e aplausos.

Sem acordo, fixou-se que somente na terça-feira (6) seria realizada a votação na comissão especial. A votação em plenário, segundo a previsão do próprio Aldo, deverá ficar para depois das eleições.

O relator afirma que a intenção do projeto é legalizar 90% das propriedades rurais brasileiras, que estariam na ilegalidade. O texto prevê uma espécie de anistia para quem recebeu multas por desmatamento. A anistia aconteceria após a regularização da propriedade. Nas pequenas propriedades, com área inferior a quatro módulos rurais, não será preciso recompor a área de reserva legal que foi desmatada antes da lei. Aldo destaca que seu texto proíbe o desmatamento por cinco anos após a publicação da lei. Ele determina ainda a realização de um “censo” das florestas brasileiras.

“O projeto zera o desmatamento, proíbe desmatar por cinco anos e preserva a flora nativa nas propriedades já existentes. Vamos fazer também um inventário e consolidar as áreas que já estão ocupadas pela agricultura”, resume o relator.

Fonte: Globo.com
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BORDEL OFERECE DESCONTO AOS CLIENTES QUE FOREM DE BICICLETA


Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel “Maison D’envie”, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.

Fonte: Assessoria
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Novo Código Florestal - Futuro sustentável?


Como seria fazer um país entender tais questões e argumentos: um lado os que querem a sua aprovação e mudanças e do outro lado, os que argumentam que está ainda pior do estava inicialmente proposto. Tudo isso sendo apresentado para as classes A, B, C, D e E, sabendo ainda, que, em todas elas existem uma parcela de pessoas que dependem de um lado e ou do outro.

Está muito difícil fazer todos compreenderem as entrelinhas do que debatem. Quanto mais os brasileiros se envolverem melhor. Afinal trata-se do que vamos preservar e do que vamos plantar para consumir, gerar exportações.

Ex-ministro Carlos Minc, do Deputado Federal Aldo Rebelo, Paulo César Ventura Mendonça presidente da Unicafes, entre outros, mas insisto que: cada leitor deva procurar se informar ainda mais, persistir no acompanhamento de desdobramentos, mas principalmente, tomar iniciativas que julguem positivas para o Brasil.

O Minc foi taxativo, num ato do Rio de Janeiro com a presença de representantes do MST e da Via Campesina, da Fetraf/CUT (Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar) e da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura), além de dirigentes de diversas ONGs.

“Não aceitamos que o Código Florestal Brasileiro seja descaracterizado.” 

“A proposta de alteração do Código da bancada ruralista é ruim, vai provocar mais desmatamento no país e comprometer a realização das metas brasileiras assumidas na ONU de redução das emissões de CO2”, disse o ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Minc afirmou ainda que:" os ruralistas estão aproveitando alguns pontos do Código que ainda precisam ser aperfeiçoados para provocar pânico no setor, como se a atual lei inviabilizasse a produção agrícola." 

“Estudos científicos mostram que é possível dobrar a produção no Brasil sem se avançar sobre novas áreas verdes”, afirmou. Coordenador da Fetraf e presidente da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária o Rio de Janeiro (Unicafes), Paulo César Ventura Mendonça, afirmou ser importante “juntar a sociedade do campo e da cidade para defender o Código Florestal e uma produção sustentável.”

Eu amo o Brasil. E quando assisto imagens das últimas chuvas em Pernambuco e Alagoas. Digo que não vi mata ciliar ao longo do rio, vi apenas casas, área urbanizada e muita área desmatada.

E essa é uma das questões que me deixa mais insegura com as mudanças propostas. Ou seja, deixar as responsabilidades para os estados e seguidos das cidades. Mas como um único rio que atravesse três ou quatro estados pode sofrer com 3 ou 4 legislações diferentes...?

Passar para as cidades em seus planos diretores? Penso que seria, em muitos casos, o mesmo que passar para lobos vestidos de ovelhas. Ou adequar leis certas para pessoas inadequadas e gananciosas gerenciarem.

O texto apresentado por Aldo Rebelo atribui mais autonomia aos estados para legislar sobre meio ambiente, retira a obrigatoriedade de reserva legal para pequenas propriedades e prevê que as áreas atualmente em uso para produção rural serão consideradas espaço consolidado da atividade agrícola.

O Deputado falou na TV que, se um proprietário de uma gleba ou uma determinada área, que tenha dois córregos na mesma, ele não tem onde plantar, ou criar, pela faixa de mata que, esse homem do campo tem de respeitar, por isso passar de 15 para 5 metros a faixa de proteção. Mas... Se uma pessoa tem dois córregos na área, o problema é que a área que a pessoa tem é pequena para o que ele quer plantar ou criar. E não o inverso. Ter córregos numa propriedade não é o problema, além de ser uma riqueza, o problema real são as dimensões da área, para o destino a ser dado: plantio ou pasto.

E o debate continuou na TV, mas não vi, em outros programas na TV, além da candidata à presidência Marina Silva, tocar nesse assunto. Defender uma posição de resistência às alterações.

Os partidos políticos: PV, PSOL e o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União divulgaram notas técnicas na quais criticam o parecer de Aldo Rebelo. A avaliação dos dois partidos e da entidade é que o texto representa um retrocesso na proteção ambiental.

O presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, O Deputado Federal Sarney Filho (PV-MA), afirmou que a bancada ambientalista vai usar de todos os recursos legais e regimentais para evitar que a proposta seja votada antes das eleições.

Esse parlamentar, que vai apresentar voto em separado, considera mais adequado votar o parecer após as eleições de outubro. Sarney Filho alerta para o risco de a disputa eleitoral prejudicar a discussão do tema.

Já para o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Deputado Federal Valdir Colatto (PMDB-SC), "a proposta deve ser votada antes das eleições. Ele afirmou que a mudança do Código é um pedido da sociedade, e o Congresso assumiu o compromisso de votá-la."

Então pergunto: A sociedade pediu?

Veja aqui as disposições do novo Código Florestal

Fonte: Artigo Paisagismo
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HOTEL OFERECE REFEIÇÕES DE GRAÇA PARA QUEM ESTIVER DISPOSTO A GERAR ELETRICIDADE

O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade – aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.


Fonte:Assessoria
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Estudo científico comprova: áreas protegidas ajudam na redução de emissões.

No último mês de maio, um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) comprovou a eficácia das áreas protegidas da Amazônia na redução de emissão de carbono. Ficou demonstrado que as áreas protegidas foram responsáveis por 37% da redução do desmatamento entre 2004 e 2006. E que a criação de novas áreas poderá evitar a emissão de 8 bilhões de toneladas de carbono até 2050.

O Brasil se destaca no assunto. Desde 2003, o país foi responsável por 73% das áreas protegidas que foram criadas em todo o mundo. Apesar disso, ainda são necessárias novas áreas que cubram aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha. Só assim cumpriremos as metas para 2010 firmadas na Convenção sobre Diversidade Biológica – o principal fórum mundial para temas e questões relacionados à biodiversidade.

Muito já foi feito, mas é fundamental que o país garanta um
legado ambiental às futuras gerações.

Fonte: WWF-Brasil
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Qual a sua opinião sobre o Água Boa?

O Programa Cultivando Água Boa é um marco na história da gestão ambiental da Itaipu Binacional, que ampliou o conceito anterior de atendimento aos 16 municípios lindeiros ao reservatório da usina para formar parcerias e trabalhar com os 29 municípios que compõem a Bacia Hidrográfica do Paraná III. 



Baseado no forte compromisso da ética do cuidado com o futuro sustentável do planeta, o Cultivando Água Boa foi criado em 2003 pela Itaipu Binacional e tem 18 programas, 70 projetos e 108 ações de responsabilidade socioambiental na verdadeira unidade de planejamento da natureza, que é a bacia hidrográfica. Além de garantir a qualidade da água que forma o Lago de Itaipu e gera energia elétrica de qualidade para o Brasil e para o Paraguai, o Cultivando Água Boa é fonte de responsabilidade ambiental em toda a região da Bacia do Paraná III.

As ações do Cultivando Água Boa envolvem parcerias institucionais, não governamentais, com setores dos movimentos sociais, como agricultores, pescadores, catadores, suinocultores, assentados, indígenas e instituições de ensino e pesquisa. O caráter plural e diversificado do Cultivando Água Boa garante a gestão compartilhada dos cuidados com o meio ambiente e com o ser humano e aponta para um caminho de esperança na construção coletiva de um lugar ambientalmente correto para se viver”

Programas:

  • Gestão por bacias
Tem como objetivo aumentar a vida útil do Lago para a produção de energia elétrica da Itaipu, através da preservação e recuperação do meio ambiente da região, em especial da água, do solo e das florestas, de forma integrada com os municípios, proprietários rurais e demais atores sociais.

  • Sustentabilidade Regional
Desenvolve projetos de caráter sócio-econômicos para a melhoria da qualidade de vida da população de baixa renda e das minorias dos municípios da Bacia do Paraná III, atendendo catadores de lixo, assentados, índios Avá Guarani e pequenos agricultores com apoio a atividades ambientalmente corretas e economicamente auto-sustentáveis, tais como: coleta solidária, apicultura, jovem jardineiro, infra-estrutura para obras sociais, plantas medicinais, agricultura familiar e estímulo à produção de alimentos orgânicos.
  • Biodiversidade nosso Patrimônio
Visa a preservação e recomposição da biodiversidade (fauna e flora) regional. Consiste em medidas de manejo das áreas protegidas de ITAIPU (reservas e refúgios biológicos e faixa de proteção do reservatório da usina); produção e plantio de mudas; atendimento de animais no Hospital Veterinário; estudos e pesquisas da diversidade ictiofaunística e formação de bancos de germoplasma; criação de animais silvestres, inclusive espécies ameaçadas de extinção; implantação do “Corredor da Biodiversidade” que vai ligar as áreas protegidas de ITAIPU com o Parque Nacional do Iguaçu, estabelecendo uma inter-conexão também com o Parque Nacional de Ilha Grande.
  • Saneamento da Região

Trata da aplicação de medidas que melhorem as condições sanitárias das comunidades da Bacia Hidrográfica do Paraná III, através do saneamento rural, coleta de lixo, implantação de sistemas de tratamento adequado de resíduos sólidos e líqüidos que são jogados no meio ambiente.

Além de:
Monitoramento e Avaliação Ambiental
Educação Ambiental
Produção de Peixes em Nossas Águas
Gestão Estratégica da DC
Prospecção de Recursos
Gestão da Informação e Processos da DC
Infra-estrutura eficiente
Nossa esperança em resultados positivos deve ser cultivada e divulgada!

Fonte: Itaipu.gov

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